blogue de poesia e teologia.

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segunda-feira, 18 de maio de 2026

Ian Curtis

queria a coragem de escrever
uma canção melancólica,
dizer da vida que muitas vezes entedia
mas que também traz pessoas
que nos vão salvando,
do tédio que se mistura com o amor,
dos dias em que nem há raiva
para traduzir em acordes,
das palavras que podíamos preferir
a simplesmente ir embora
sem deixar rasto que não esteja
em bobines demasiado gastas